Santa Catarina registra pelo terceiro mês consecutivo a menor taxa de desocupação do país

 Santa Catarina registra pelo terceiro mês consecutivo a menor taxa de desocupação do país

Santa Catarina continua com índices acima da média nacional em relação ao emprego. O estado catarinense, pelo terceiro mês consecutivo, registrou a menor taxa de desocupação do país (8,2%) em agosto, enquanto o Brasil registrou 13,6%. Em julho, o Estado já havia apresentado um recuo de 0,2 pontos percentuais (8,4%), se comparado com junho (8,6%). Os dados foram divulgados nessa semana na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-Covid19), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Santa Catarina mantém o menor índice de desemprego do país, pelo terceiro mês consecutivo. Os números comprovam o resultado do trabalho que vem sendo feito e mostram a força da retomada econômica no Estado. Somos peças nessa grande engrenagem que converge no propósito de fortalecer ações que gerem desenvolvimento, renda e principalmente, emprego para as pessoas. Continuamos atuando na construção de políticas de estado perenes, formando uma espiral de prosperidade, esperança e confiança”, destaca o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Rogério Siqueira.

Em relação a pessoas ocupadas na informalidade, Santa Catarina também sustenta o menor percentual entre os estados, 20,3%, mesmo apontando um crescimento de 0,2 pontos percentuais em relação a julho (20,1%). Já no país, a taxa de informalidade foi de 33,9%.

Importante destacar que, são consideradas na pesquisa como pessoas ocupadas na informalidade, aquelas empregadas do setor privado ou trabalhador doméstico sem carteira assinada, empregador e trabalhador que operam por conta própria e que não contribuem para o INSS e trabalhador não remunerado em ajuda a morador do domicílio ou parente.

Quando se trata da população fora da força de trabalho, Santa Catarina teve o menor percentual entre todos os estados e o único abaixo de 10%. O Estado registrou 9%, dentre as 2,25 milhões que não estavam ocupadas e não procuraram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade, mas gostariam de trabalhar. Um recuo de 0,9 pontos percentuais em relação a julho (9,8%). No Brasil, o percentual foi de 23,3%, mais que o dobro do catarinense.

Fonte: Engeplus

Victor Hugo

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