Cenário tranquilizador ainda não é realidade para novo coronavírus

 Cenário tranquilizador ainda não é realidade para novo coronavírus

Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou, em 11 de março, a data do surto do coronavírus como pandemia, vive-se uma situação nunca experimentada na história recente. Atualmente, apesar da média móvel de mortes ter atingido o menor número, a situação ainda é de muito cuidado.

De acordo com a médica de Medicina de Família e Comunidade da Unimed Tubarão, Gigliolle Romancini de Souza Lin, o cenário ainda não é tranquilizador. “O país atingiu a marca dos 150 mil óbitos e já registrou mais de 5 milhões de infectados. A própria Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, estes dias, que há sinais preocupantes de novas ondas de contágio em algumas partes do mundo”, ressalta a médica.

Com novas flexibilizações sendo feitas no Estado, a médica Gigliolle diz que é necessário chamar atenção da população para a necessidade de se manter todos os cuidados preventivos.  “Ainda não temos uma vacina definitiva, um medicamento para evitar infecção ou mesmo um tratamento antiviral específico para este novo coronavírus”, pontua a médica.

Dentre os cuidados estão: lavar as mãos com frequência utilizando sabão; não dispensar o álcool em gel e praticar a etiqueta da tosse com o ato de cobrir o rosto com o antebraço, além de manter o distanciamento social de 1,5 metro de outras pessoas e evitar circulação em ambientes movimentados.

Segundo a médica, é importante a pessoa praticar o autoisolamento quando estiver com a menor suspeita de estar contaminada. “Por isso, reforço a necessidade de entrar em contato com o serviço de saúde, tão logo esteja apresentando algum sintoma compatível com a doença”, orienta Gigliolle.

Fonte: Diário do Sul

Victor Hugo

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