Casal é preso por tráfico de drogas no bairro Floresta

 Casal é preso por tráfico de drogas no bairro Floresta

A Polícia Militar de Braço do Norte atendeu a uma ocorrência de tráfico de drogas na tarde dessa terça-feira, 8, no bairro floresta. O fato foi registrado por volta das 15h30min na rua Manoel Pedro Maia. 

A guarnição em rondas flagrou uma mulher entregando um objeto suspeito a um homem em seguida a suspeita embarcou em uma motocicleta e seguiu em direção ao bairro Floresta. Os policiais realizaram o acompanhamento do veiculo e posteriormente a abordagem.  A mulher, de 30 anos foi identificada e, de acordo com a PM, estava aparentemente nervosa, inclusive tremendo. Em consulta ao sistema foi verificado que a motocicleta, com placa de Treze de Maio, estava com o licenciamento atrasado sendo removida ao pátio do guincho. Em buscas a guarnição encontrou na bolsa da mulher 6,4 gramas de substancia semelhante a maconha. Ela disse que havia recém comprado o entorpecente, porém, a guarnição já teria registrado o movimento suspeito momentos antes. 

A Polícia recebeu informações que o marido da mulher abordada realizava o comércio de drogas na residência onde ambos residem. A guarnição solicitou autorização à envolvida para deslocar até a casa, sendo então autorizada a busca domiciliar. 

No caminho os policiais se depararam com o homem, de 19 anos, que foi abordado, entretanto, o jovem resistiu sendo necessário o uso progressivo da força para imobiliza-lo, pois o autor se alterou ao saber que sua esposa havia sido abordada com droga e teria autorizado a entrada dos policiais na residência.

Na casa foi encontrado 18,6 gramas de substância semelhante à maconha além de dois pés de planta semelhante a erva. Durante as buscas ambos autores começaram a passar mal, sendo acionado o Samu para o atendimento. O jovem afirmou que quando viu a avistou a guarnição engoliu dois cigarros de maconha. O casal foi levado para o Hospital Santa Teresinha e em seguida para a Delegacia de Polícia para realização dos procedimentos necessários. 

Victor Hugo

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